J.S.S.C. - 09.11.11
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
"Vai passar, não te preocupes. Esta com certeza não foi a primeira, nem será a última vez que terás que enfrentar - e superar - barreiras, transpor os limites do possível. Não te aflinjas, tu sabes, eu não aguento ver-te assim tão triste, eu não suportaria, nem por um instante, contemplar a tristeza deste teu olhar sem ao menos dá o melhor de mim para que ela cesse. Vens tu comigo. Vês aquele luar? O brilho das estrelas? Elas estão dando-te o sinal para que persistas no caminho da felicidade. Voe, segure, agarre a cauda do cometa o mundo é tão grande afinal e a vida tão rara para te desesperares por tão pouco."
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
E como não adorar?
Eu adoro esse teu jeito desligado de falar comigo, assim, como quem nada quer. Adoro ouvir o som da tua voz e o tom que ela toma quando fala o meu nome. Adoro a expressão do teu rosto e adoro (ainda mais) contemplar o sorriso que se forma lentamente entre os teus lábios ao perceber minha chegada, embora já tivestes
a certeza de que eu iria.
Eu adoro a proteção e o conforto dos teus braços. Adoro a segurança que me envolve ao sentir a tua respiração, a paz que o meu corpo encontra por saber que és tu quem estais comigo. Adoro como subtamente tudo passa a fazer sentido quando estamos juntos.
Eu adoro o cheiro que a tua pele exala, o gosto da tua boca e o teu olhar ora misterioso, ora revelador. Adoro encontrar um porto seguro, adoro poder aportar no teu cais e ali permanecer para sempre.
Eu adoro as nossas opiniões contrárias, adoro as nossas discurssões, adoro teus ataques de ciúmes, adoro a tua maneira de se portar quando estes ataques são meus. Adoro a insegurança que a tua ausência me causa. Adoro a sensação inquietante de ter que passar por você e não te dirigir a palavra, adoro ter que te tratar como um qualquer. (Há controvérsias)
Eu adoro os risos que surgem não sei porque nem de onde e permanecem por estes mesmos motivos. Adoro nossas conversas, nossos planos, nossos sonhos. Adoro saber que a cada ventania tudo isto será perdido. Adoro ter que recomeçar quantas vezes for preciso se for contigo e por ti.
Por Jéssica Souza - 21.09
a certeza de que eu iria.
Eu adoro a proteção e o conforto dos teus braços. Adoro a segurança que me envolve ao sentir a tua respiração, a paz que o meu corpo encontra por saber que és tu quem estais comigo. Adoro como subtamente tudo passa a fazer sentido quando estamos juntos.
Eu adoro o cheiro que a tua pele exala, o gosto da tua boca e o teu olhar ora misterioso, ora revelador. Adoro encontrar um porto seguro, adoro poder aportar no teu cais e ali permanecer para sempre.
Eu adoro as nossas opiniões contrárias, adoro as nossas discurssões, adoro teus ataques de ciúmes, adoro a tua maneira de se portar quando estes ataques são meus. Adoro a insegurança que a tua ausência me causa. Adoro a sensação inquietante de ter que passar por você e não te dirigir a palavra, adoro ter que te tratar como um qualquer. (Há controvérsias)
Eu adoro os risos que surgem não sei porque nem de onde e permanecem por estes mesmos motivos. Adoro nossas conversas, nossos planos, nossos sonhos. Adoro saber que a cada ventania tudo isto será perdido. Adoro ter que recomeçar quantas vezes for preciso se for contigo e por ti.
Por Jéssica Souza - 21.09
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A primeira das cartas abortadas
Ouvi dizer que guardar sentimentos que se quer dividir amargura o peito, corroe a alma; e sabe Deus que eu não quero isso pra mim. Eu tenho muito medo de gente infeliz!
É, então, por meio desta que escancaro-te tudo o que sinto. Sabes bem que ojerizo a ideia de abrir-me, mostrar-me cara a cara. A covardia faz-me escrever-te tudo o que muitas vezes deveria ser dito. Esta é uma das ocasiões, tenho "n" razões para calar-me, contudo, a emoção opta por redigir.
Quando, por Leoni soube que ''tantos sonhos morrem em poucas palavras'' - e planos e ninhos - tive a comprovação de que o meu tinha chegado ao fim. Sem ao menos ter tido a certeza de que havia começado.
algo bom, tão doce e suave. O sentimento mais sublime que habitou o meu ser. Eu nem imaginava que existisse algo assim. Era quase divino.
O que fazer com os momentos, as lembranças que ainda insistem em rondar meu pensamento? O que é que eu faço com os planos que, antes eram nossos, ficaram sendo meus? Como acabar com essa dor que definha-me dia após dia?
Não tem sido fácil ter que derrubar tantas certezas, ter que conviver, inutilmente, com esse amor.
Hoje sigo o meu caminho dilacerado por dentro. Toneladas habitam o lugar de um sentimento que era teu. Quilos e quilos de um pesar que enterram o passado, cavam, afundam e não partem jamais.
Jéssica Souza - 04/04/2011
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